Até uns cinco anos atrás, livros eletrônicos eram uma idéia que ninguém levava a sério. Afinal, quem trocaria o bom e velho papel por uma tela de computador? Mas a tecnologia evoluiu e gigantes do mercado estão escrevendo um novo capítulo da história do livro.
O hábito de ir para o parque em um dia bonito e ler um bom livro: será que isso vai durar para sempre? O papel sai cada vez mais caro, destrói o meio ambiente, ajuda a aquecer a atmosfera. E cada vez mais gente prefere ler textos no laptop, no celular, e aqui e ali já há quem use livros eletrônicos.
Nos últimos meses calcula-se que só nos Estados Unidos um milhão desses aparelhos eletrônicos dedicados à leitura de livros e periódicos tenham sido vendidos.
Uma estante tem 1.500 livros e todos cabem em um pequeno livro eletrônico. Cada um dos títulos já está disponível em formato digital para ser transferido para cá, a um custo bem mais baixo do que aquele cobrado pela livraria, em apenas 60 segundos.
Metade dos americanos só lê um único livro por ano, quando muito, e metade dos leitores do principal jornal, o New York Times, sequer compram um exemplar, lêem de graça na internet

Nenhum comentário:
Postar um comentário