A imagem já diz tudo. Você compra um e-book e para ter o restante é muito mais barato. Ler o jornais e livros tudo na palma da mão.
A venda de livros em formato e-book para o Kindle superou a de livros convencionais, anunciou a Amazon nesta segunda-feira (19/07). De acordo com a empresa, as vendas aumentaram desde que a companhia abaixou o preço do produto.
“A taxa de crescimento de vendas de unidades de dispositivos Kindle triplicou desde que baixamos o preço de US$ 259 para US$ 189”, explicou Jeff Bezos, fundador e diretor-executivo da Amazon.com, em comunicado.
O diretor está impressionado com o resultado, já que o Kindle é um produto relativamente novo no mercado. “Além disso, mesmo com as nossas vendas de (livros de) capa dura continuando a crescer, o formato Kindle já ultrapassou o formato. Os clientes da Amazon.com agora compram mais livros Kindle do que livros convencionais – impressionante quando você considera que nós vendemos livros de capa dura há 15 anos, e livros Kindle há 33 meses”.
A empresa vendeu três vezes mais livros Kindle no primeiro semestre deste ano, que no mesmo período de 2009. De acordo com Associação Americana de Editores, as vendas de e-books cresceram 163% em maio. Se comparada com as vendas do mesmo período de 2009, o crescimento chega a 207%. Além de oferecer mais de 1,8 milhão de livros digitais gratuitos, disponíveis para download, a Amazon comercializa mais de 630 mil títulos, a maioria com preços até US$ 10.
Publicado em comunique-se.com.br com informações do G1.
O objeto digital na sua mão. Seria um tipo de holograma? Não. É menos complexo, mas surpreendente. Porque nunca divulgaram isso antes? Será que essa moda pega? Ainda acredito mais no livro digital...
"Parecem figurinhas comuns, mas basta aproximar uma delas da câmera do computador e o jogador impresso no papel se transforma em um personagem de três dimensões. Ele aparece na tela, mas é como se estivesse na mesa. E não é só isso: com ajuda do teclado ainda é possível brincar de astro do baseball. Arremessar ou rebater umas bolinhas. “Parece que estou jogando baseball, mas é mais tranqüilo”, diz um garoto. A tecnologia que tornou isso possível se chama realidade aumentada. O princípio é simples: a câmera reconhece códigos impressos nas figurinhas. E cada código aciona um programa que cria os personagens."
Jorge Pontual, Nova York e Cesar Menezes, São Paulo
Isso também é curioso. Esse pessoal perspicaz, que está sempre atento as atualidades para capturar uma boa imagem e interpretação do momento. Criando essas imagens cheias de vida e detalhes. Ótimo trabalho do caricaturista baiano, Tiago Hoisel.Para ver mais acesse: hoisel.
Sabe que eu to gostando dessa "coluna" do jornal da globo. Me pergunto, quando vão falar do Google Wave? Estou aguardando. Essa matéria foi ótima: livro do futuro.
Até uns cinco anos atrás, livros eletrônicos eram uma idéia que ninguém levava a sério. Afinal, quem trocaria o bom e velho papel por uma tela de computador? Mas a tecnologia evoluiu e gigantes do mercado estão escrevendo um novo capítulo da história do livro.
O hábito de ir para o parque em um dia bonito e ler um bom livro: será que isso vai durar para sempre? O papel sai cada vez mais caro, destrói o meio ambiente, ajuda a aquecer a atmosfera. E cada vez mais gente prefere ler textos no laptop, no celular, e aqui e ali já há quem use livros eletrônicos.
Nos últimos meses calcula-se que só nos Estados Unidos um milhão desses aparelhos eletrônicos dedicados à leitura de livros e periódicos tenham sido vendidos.
Uma estante tem 1.500 livros e todos cabem em um pequeno livro eletrônico. Cada um dos títulos já está disponível em formato digital para ser transferido para cá, a um custo bem mais baixo do que aquele cobrado pela livraria, em apenas 60 segundos.
Metade dos americanos só lê um único livro por ano, quando muito, e metade dos leitores do principal jornal, o New York Times, sequer compram um exemplar, lêem de graça na internet
O Google dominando o mundo. Ferramenta intuitiva é o futuro. Até que enfim entenderam isso. Cada um tem uma necessidade diferente porque tudo é tão igual. Somos personalidades e não máquinas. Gostamos de interferir no nosso meio, quem dirá no nosso email.